A - REENCARNAÇÃO E EVOLUÇÃO DOS ESPÍRITOS
Evolução
O Espiritismo é o Cristianismo redivivo, consequência direta da doutrina do Cristo. Define os laços que unem a alma ao corpo e levanta o véu que ocultava aos homens os mistérios da morte.
Sabemos que todas as almas, tendo um mesmo ponto de origem, são criadas iguais, com idênticas aptidões para progredir, em função do seu livre-arbítrio.
Deus, a ninguém dispensou do trabalho, para progredir. Desde que toda a criação deriva da grande Lei da Unidade que rege o Universo e que todos os seres gravitam para a perfeição relativa (porque perfeição absoluta é Deus), não existem favorecidos em detrimento de outros, pois todos sofrem as consequências de suas próprias obras.
Os Espíritos adquirem conhecimento, passando pelas provas que Deus lhes impõe (L.E., 115 ). Uns aceitam essas provas com submissão e chegam mais prontamente ao seu destino; outros não conseguem sofrê-las sem lamentação e assim permanecem (por sua culpa) distanciados da perfeição e da felicidade prometida.
À medida que os Espíritos avançam, compreendem o que os afasta da perfeição. Quando o Espírito conclui uma prova, adquire o conhecimento e não mais o perde. Pode permanecer estacionário, mas não retrogradar.
Ao adquirir consciência de si mesmo, o seu livre-arbítrio vai se desenvolvendo.
A sabedoria de Deus se encontra na liberdade de escolha que concede a todos, porque assim cada um tem o mérito das suas obras.
Reencarnação
Desde tempos imemoriais, o homem possui o sentimento da imortalidade do Espírito. Civilizações antigas que antecederam o advento do Cristo Planetário, trazem-nos os ensinamentos referentes ao assunto. Há muito sabemos que todos nós somos Espíritos imortais.
Sabemos ser Elias uma encarnação anterior de João, o Batista, aquele que teve como tarefa reconhecer a Jesus, como enviado de Deus, para nos orientar e instruir. A lição de Nicodemos também é lembrada por todos nós. É necessário renascer de novo, Jesus lhe falou.
Raciocinemos juntos: como poderíamos encarar a justiça de Deus, observando ao nosso redor, homens simples, aparentemente bons, no maior sofrimento moral, com a miséria estampada nas faces? Como encarar a Justiça Divina, ao tirar a vida de um recém-nascido, filho de pais boníssimos?
Existem Leis Imutáveis. As mesmas leis que governam os corpos celestes, governam o nosso Planeta e todos nós. Justas, todas atuam em benefício de nosso crescimento para Ele, como Espíritos imortais, que somos.
Devemos aos Espíritos que nos trouxeram conhecimentos sob a égide do Espírito da Verdade, explanações de nosso mundo real, que é o mundo dos Espíritos e que esquecemos, quando aqui reencarnariamos.
E por que esquecemos? Porque poderíamos nos tornar orgulhosos, envaidecidos ou, então, aborrecidos por nos reconhecermos inferiores, por praticarmos atos que nos envergonhariam se deles nos lembrássemos nesta existência.
Assim, temos por uma Lei de Ação e Reação, por nosso livre-arbítrio, pelo bem ou pelo mal que praticamos, existências mais ou menos felizes aqui neste Planeta.
Planeta este que é de Expiações e Provas. Isso significa que aqui não temos uma felicidade completa.
E onde se encontra a Felicidade? Encontra-se no coração daqueles que, fazendo o bom uso do livre-arbítrio, só praticam o bem. Daqueles que, conhecendo o Evangelho de Jesus, não só o lêem como o praticam.
Sobrevivência do Espírito
Verificamos assim, que sem a preexistência da alma, a doutrina do pecado original seria não somente inconciliável com a justiça de Deus como tornaria todos os homens responsáveis pela falta de um só. Com a preexistência, o homem traz ao renascer o gérmen das suas imperfeições e sofre a pena das sua próprias faltas e não a de outrem.
Da mesma maneira, ao progredir, o Espírito traz virtudes ou conhecimentos já adquiridos.
Estudando as propriedades dos fluidos e a ação deles sobre a matéria, o Espiritismo demonstrou a existência do Perispírito (envoltório inseparável da alma, é um dos elementos constitutivos do ser humano e durante a vida do corpo, serve de ligação entre este e a matéria, sendo o veículo de transmissão do pensamento).
E no perispírito que se registram, automaticamente, todos os estados da alma. Cada existência terrena deixa no perispírito a sua impressão.
Bibliografia
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos.
Questionário
1) Em que passagens do Evangelho, podemos ter a prova da reencarnação?
2) Como se dá a evolução do Espírito?
3) Qual a relação entre reencarnação e a Justiça Divina?
B) INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO
O Espiritismo é o Cristianismo redivivo, consequência direta da doutrina do Cristo. Define os laços que unem a alma ao corpo e levanta o véu que ocultava aos homens os mistérios da morte.
Sabemos que todas as almas, tendo um mesmo ponto de origem, são criadas iguais, com idênticas aptidões para progredir, em função do seu livre-arbítrio.
Deus, a ninguém dispensou do trabalho, para progredir. Desde que toda a criação deriva da grande Lei da Unidade que rege o Universo e que todos os seres gravitam para a perfeição relativa (porque perfeição absoluta é Deus), não existem favorecidos em detrimento de outros, pois todos sofrem as consequências de suas próprias obras.
Os Espíritos adquirem conhecimento, passando pelas provas que Deus lhes impõe (L.E., 115 ). Uns aceitam essas provas com submissão e chegam mais prontamente ao seu destino; outros não conseguem sofrê-las sem lamentação e assim permanecem (por sua culpa) distanciados da perfeição e da felicidade prometida.
À medida que os Espíritos avançam, compreendem o que os afasta da perfeição. Quando o Espírito conclui uma prova, adquire o conhecimento e não mais o perde. Pode permanecer estacionário, mas não retrogradar.
Ao adquirir consciência de si mesmo, o seu livre-arbítrio vai se desenvolvendo.
A sabedoria de Deus se encontra na liberdade de escolha que concede a todos, porque assim cada um tem o mérito das suas obras.
Reencarnação
Desde tempos imemoriais, o homem possui o sentimento da imortalidade do Espírito. Civilizações antigas que antecederam o advento do Cristo Planetário, trazem-nos os ensinamentos referentes ao assunto. Há muito sabemos que todos nós somos Espíritos imortais.
Sabemos ser Elias uma encarnação anterior de João, o Batista, aquele que teve como tarefa reconhecer a Jesus, como enviado de Deus, para nos orientar e instruir. A lição de Nicodemos também é lembrada por todos nós. É necessário renascer de novo, Jesus lhe falou.
Raciocinemos juntos: como poderíamos encarar a justiça de Deus, observando ao nosso redor, homens simples, aparentemente bons, no maior sofrimento moral, com a miséria estampada nas faces? Como encarar a Justiça Divina, ao tirar a vida de um recém-nascido, filho de pais boníssimos?
Existem Leis Imutáveis. As mesmas leis que governam os corpos celestes, governam o nosso Planeta e todos nós. Justas, todas atuam em benefício de nosso crescimento para Ele, como Espíritos imortais, que somos.
Devemos aos Espíritos que nos trouxeram conhecimentos sob a égide do Espírito da Verdade, explanações de nosso mundo real, que é o mundo dos Espíritos e que esquecemos, quando aqui reencarnariamos.
E por que esquecemos? Porque poderíamos nos tornar orgulhosos, envaidecidos ou, então, aborrecidos por nos reconhecermos inferiores, por praticarmos atos que nos envergonhariam se deles nos lembrássemos nesta existência.
Assim, temos por uma Lei de Ação e Reação, por nosso livre-arbítrio, pelo bem ou pelo mal que praticamos, existências mais ou menos felizes aqui neste Planeta.
Planeta este que é de Expiações e Provas. Isso significa que aqui não temos uma felicidade completa.
E onde se encontra a Felicidade? Encontra-se no coração daqueles que, fazendo o bom uso do livre-arbítrio, só praticam o bem. Daqueles que, conhecendo o Evangelho de Jesus, não só o lêem como o praticam.
Sobrevivência do Espírito
Verificamos assim, que sem a preexistência da alma, a doutrina do pecado original seria não somente inconciliável com a justiça de Deus como tornaria todos os homens responsáveis pela falta de um só. Com a preexistência, o homem traz ao renascer o gérmen das suas imperfeições e sofre a pena das sua próprias faltas e não a de outrem.
Da mesma maneira, ao progredir, o Espírito traz virtudes ou conhecimentos já adquiridos.
Estudando as propriedades dos fluidos e a ação deles sobre a matéria, o Espiritismo demonstrou a existência do Perispírito (envoltório inseparável da alma, é um dos elementos constitutivos do ser humano e durante a vida do corpo, serve de ligação entre este e a matéria, sendo o veículo de transmissão do pensamento).
E no perispírito que se registram, automaticamente, todos os estados da alma. Cada existência terrena deixa no perispírito a sua impressão.
Bibliografia
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos.
Questionário
1) Em que passagens do Evangelho, podemos ter a prova da reencarnação?
2) Como se dá a evolução do Espírito?
3) Qual a relação entre reencarnação e a Justiça Divina?
B) INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO
"Todos sabemos da necessidade de paz íntima - da paz que nos patrocine a segurança.
"Não desconhecemos que todos respiramos num oceano de ondas mentais, com o impositivo de ajustá-las em benefício próprio.
"Vasto mar de vibrações permutadas.
"Emitimos forças e recebemo-las.
"O pensamento vige na base desse inevitável sistema de trocas.
"Queiramos ou não, afetamos os outros e os outros nos afetam, pelo mecanismo das idéias criadas por nós mesmos."
Assim Emmanuel inicia o prefácio de Sinal Verde, ditado pelo Espírito André Luiz, enfatizando nossa condição de aparelhos transmissores e receptores de ondas mentais. Num mundo tão heterogêneo como este em que vivemos, essas ondas aparecem nas mais variadas frequências, de acordo com a equipagem evolutiva de cada um.
Temos muitas vezes ao nosso lado uma multidão de Espíritos, que nos vêem e conhecem os nossos pensamentos. Sua influência sobre nós, portanto, é maior do que podemos supor e muito frequentemente são eles que nos dirigem (L.E.,459). Os pensamentos que nos são sugeridos podem revelar-se positivos ou negativos, mas nós somos senhores de nossa vontade. As decisões que tomamos, segundo o nosso livre-arbítrio, são de nossa responsabilidade.
Cabe a nós, nas diversas situações de nossa vida, examinar criteriosamente as sugestões que nos vêm à mente, pois podem ser de um bom Espírito ou de um Espírito menos evoluído. A diferença é que "os bons Espíritos não aconselham senão o bem " (L.E., 464). O problema de ter um bom ou um mau Espírito a nos ao influenciar é questão de atração e sintonia, ou seja, o Espírito inferior só pode nos causar algum mal porque os atraímos pelos nossos desejos ou pelos nossos pensamentos. Sua presença costuma nos causar um sentimento de angústia, de ansiedade indefinível interior sem causa conhecida (L.E.471).
Como podemos fazer para neutralizar a influência desses Espíritos inferiores? Atraindo os bons, pela prática do bem e pela confiança em Deus. Não há antídoto mais eficaz. Jesus, na oração dominical, recomenda-nos pedir: "Senhor, não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal", porque sabia que as tentações estão no íntimo de cada um e que nós só deixaríamos de sucumbir a elas através da prece que brotasse dos nossos corações, com sinceridade e fervor.
As tentações que abrigamos no mundo psíquico são o mal que ainda não conseguimos eliminar; são nossos maus hábitos, nossos vícios, nossas concepções errôneas, que muitas vezes nos fazem agir em sentido contrário ao que gostaríamos. A consciência dessa realidade foi o que levou o Apóstolo Paulo a proferir a lição belíssima: "Porque o que faço não o aprovo, pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim."(Rm 7:15-17).
Essas tentações constituem-se em fatores adversos do nosso caráter, rebaixando nosso padrão vibratório, e frequentemente são os elos da cadeia que ligam nossos pensamentos aos dos Espíritos que se encontram nessa faixa inferior de vibrações. Com isso, muitos atos de nossa vida cotidiana (posturas, gestos, palavras, leituras, idéias, etc.) acabam caindo na área de influência dessa categoria de Espíritos, moldando nossa conduta, sem que o percebamos, visto que o envolvimento é extremamente sutil.
"Não desconhecemos que todos respiramos num oceano de ondas mentais, com o impositivo de ajustá-las em benefício próprio.
"Vasto mar de vibrações permutadas.
"Emitimos forças e recebemo-las.
"O pensamento vige na base desse inevitável sistema de trocas.
"Queiramos ou não, afetamos os outros e os outros nos afetam, pelo mecanismo das idéias criadas por nós mesmos."
Assim Emmanuel inicia o prefácio de Sinal Verde, ditado pelo Espírito André Luiz, enfatizando nossa condição de aparelhos transmissores e receptores de ondas mentais. Num mundo tão heterogêneo como este em que vivemos, essas ondas aparecem nas mais variadas frequências, de acordo com a equipagem evolutiva de cada um.
Temos muitas vezes ao nosso lado uma multidão de Espíritos, que nos vêem e conhecem os nossos pensamentos. Sua influência sobre nós, portanto, é maior do que podemos supor e muito frequentemente são eles que nos dirigem (L.E.,459). Os pensamentos que nos são sugeridos podem revelar-se positivos ou negativos, mas nós somos senhores de nossa vontade. As decisões que tomamos, segundo o nosso livre-arbítrio, são de nossa responsabilidade.
Cabe a nós, nas diversas situações de nossa vida, examinar criteriosamente as sugestões que nos vêm à mente, pois podem ser de um bom Espírito ou de um Espírito menos evoluído. A diferença é que "os bons Espíritos não aconselham senão o bem " (L.E., 464). O problema de ter um bom ou um mau Espírito a nos ao influenciar é questão de atração e sintonia, ou seja, o Espírito inferior só pode nos causar algum mal porque os atraímos pelos nossos desejos ou pelos nossos pensamentos. Sua presença costuma nos causar um sentimento de angústia, de ansiedade indefinível interior sem causa conhecida (L.E.471).
Como podemos fazer para neutralizar a influência desses Espíritos inferiores? Atraindo os bons, pela prática do bem e pela confiança em Deus. Não há antídoto mais eficaz. Jesus, na oração dominical, recomenda-nos pedir: "Senhor, não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal", porque sabia que as tentações estão no íntimo de cada um e que nós só deixaríamos de sucumbir a elas através da prece que brotasse dos nossos corações, com sinceridade e fervor.
As tentações que abrigamos no mundo psíquico são o mal que ainda não conseguimos eliminar; são nossos maus hábitos, nossos vícios, nossas concepções errôneas, que muitas vezes nos fazem agir em sentido contrário ao que gostaríamos. A consciência dessa realidade foi o que levou o Apóstolo Paulo a proferir a lição belíssima: "Porque o que faço não o aprovo, pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço. E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. De maneira que agora já não sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim."(Rm 7:15-17).
Essas tentações constituem-se em fatores adversos do nosso caráter, rebaixando nosso padrão vibratório, e frequentemente são os elos da cadeia que ligam nossos pensamentos aos dos Espíritos que se encontram nessa faixa inferior de vibrações. Com isso, muitos atos de nossa vida cotidiana (posturas, gestos, palavras, leituras, idéias, etc.) acabam caindo na área de influência dessa categoria de Espíritos, moldando nossa conduta, sem que o percebamos, visto que o envolvimento é extremamente sutil.
E os Espíritos não só se aproveitam das circunstâncias para produzir-nos ao mal; eles também as provocam, algumas vezes, encaminhando-nos para o objeto do nosso interesse, isto é, para situações em que somos tentados a agir contra a lei natural ou contra os princípios éticos e morais que deveríamos respeitar, pois sabem que somos passíveis de queda.
Bibliografia
KARDEC, Allaii. O Livro dos Espíritos.
Questionário
1) Os Espíritos influenciam nossa vida?
2) De que forma os Espíritos podem nos causar algum mal?
3) O que são as nossas tentações?
KARDEC, Allaii. O Livro dos Espíritos.
Questionário
1) Os Espíritos influenciam nossa vida?
2) De que forma os Espíritos podem nos causar algum mal?
3) O que são as nossas tentações?
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